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CAULE ajuda à plantação de carvalhos e sobreiros no “Dia Mundial da Bolota”
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Grupo de investigadores internacionais visitou povoamentos de pinheiro bravo infectados pela doença da murchidão no concelho de Tábua
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Dois dos maiores especialistas em fogo estiveram durante quatro dias em Oliveira do Hospital a convite da Associação Florestal da Beira Serra
Sapadores florestais da CAULE recebem formação sobre “primeira intervenção em incêndios”
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CAULE convidada pelo Grupo Parlamentar do PS a apresentar propostas para melhorar Estratégia Nacional para as Florestas
Vasco Campos defende agravamento da carga fiscal para quem não faça gestão das terras
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AVISO - Plantações Florestais
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Escola Secundária de Arganil convida CAULE a dar aula sobre prevenção de incêndios florestais
Técnicos da CAULE – Associação Florestal da Beira Serra realizaram, na passada quarta feira, dia 30, a convite da Escola Secundária de Arganil, uma conferência sobre a problemática dos incêndios florestais, mais concretamente sobre o trabalho que esta associação tem vindo a desenvolver em toda a Beira Serra e concelhos limítrofes no âmbito da prevenção e defesa da floresta contra incêndios. Dirigida a um público iminentemente escolar – estiveram presente cerca de 50 pessoas, na sua maioria alunos do 10º, 11º e 12º anos do curso de Técnico de Turismo Ambiental e Rural - esta acção, teve como objectivo sensibilizar os presentes para as consequências de um flagelo que todos os anos atinge o país, e em particular as zonas rurais, com consequências gravosas para o ambiente e para as próprias populações.Dinamizada pela engenheira florestal da CAULE , Sofia Pinto, esta conferência surgiu através de um convite de uma aluna (Ana Catarina Gama) do referido curso de Técnico de Turismo Ambiental , que escolheu precisamente a temática da “floresta e o artesanato” no âmbito da sua Prova de Aptidão Profissional. Publicado a 5 de maio de 2014 |
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CAULE promoveu AÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO no âmbito do Dia Mundial da Floresta
A CAULE – Associação Florestal da Beira Serra, juntou-se, uma vez mais, às comemorações do Dia Mundial da Árvore, em Oliveira do Hospital e Santa Comba Dão.
A engenheira florestal, Sofia Pinto, acompanhada por uma equipa de Sapadores Florestais deslocaram-se aos três Centros Educativos do concelho de Santa Comba Dão para promover ações de educação ambiental, de forma a sensibilizar os mais jovens para a importância da preservação da floresta, chamando ainda a atenção para o papel e funções desempenhadas pelas equipas de Sapadores Florestais. Durante o dia 21 de Março, realizaram-se ações nos Centros Educativos do Norte, Centro e Sul de Santa Comba Dão, contando com a participação de alunos do jardim- de- infância e 1º ciclo. A técnica da CAULE partilhou com as crianças alguns conhecimentos sobre árvores e floresta, enquanto a equipa de sapadores efectuou uma demonstração das regras de segurança e os equipamentos utilizados nas intervenções florestais de silvicultura preventiva, vigilância e 1.ª intervenção em incêndios florestais. No final, as crianças com as mãos colocadas sobre o peito, em sinal de respeito, comprometeram-se a amar e a proteger a floresta, plantando, de seguida, algumas espécies autóctones, com destaque para os carvalhos, pinheiros-mansos e medronheiros. A CAULE considera gratificante observar que crianças de tão tenra idade, com idades compreendidas entre os 3 e os 10 anos, já demonstram uma profunda consciência ambiental e de proteção da floresta como património que é de todos. Resta-nos confiar que estes jovens façam chegar este seu entusiasmo pela floresta ao seu núcleo familiar. Simultaneamente, a CAULE desenvolveu também acções de sensibilização no concelho de Oliveira do Hospital, com a presença da bióloga Raquel Alves, a engenheira do ambiente Joana Carvalho, e uma equipa de sapadores florestais que promoveram uma espécie de aula ao ar livre dirigida aos meninos do pré- escolar e 1º ciclo de Oliveira do Hospital, alertando-os para a importância da árvore e da protecção da floresta, sobretudo a autóctone da nossa região. Publicado a 23 de abril de 2014  |
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Franceses visitaram trabalho que está a ser executado pela CAULE - Associação Florestal da Beira Serra no âmbito do controlo e erradicação da doença do nemátodo do pinheiro
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AVISO - ZIF Seia Alva
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CAULE ouvida na Assembleia da República como uma das entidades mais
CAULE - As sociação
Florestal da Beira Serra, foi umas das organizações escolhidas pelo grupo de
trabalho da Assembleia da República que está a analisar a problemática dos
incêndios florestais, para dar o seu contributo relativamente a um conjunto de
medidas que estão a ser estudadas no sentido de minimizar aquele que é
considerado um dos maiores flagelos do país na época de calor. A presidir a
este grupo de trabalho encontra-se o deputado do PSD, Guilherme Silva, que
justificou a audição desta associação florestal por ser uma das entidades que
tem mais "experiência” e “conhecimento do terreno", na sua área de
influência. "Não podendo ouvir toda a gente identificámos a vossa
organização entre aquelas que podiam dar um contributo importante para esta discussão",
afirmou o deputado, no arranque dos trabalhos. Questionado pelos diferentes
grupos parlamentares sobre algumas das mais recentes alterações legislativas
neste sector, como o projecto lei de florestação e reflorestação ou o anúncio
da possível aplicação da "multa na hora" para os proprietários que
não limpem os seus terrenos, o presidente da CAULE, José Vasco Campos,
identificou, desde logo, como uma das principais causas para o aumento do
número de ocorrências e área ardida, a desertificação do interior do país.
"Se não conseguirem parar o êxodo rural não conseguimos parar o problema
dos incêndios", afirmou o engenheiro florestal, pedindo medidas de apoio à
fixação nos meios rurais. Respondendo às dúvidas dos deputados sobre a nova lei
de reflorestação que na prática permite aos proprietários plantar eucaliptos em
áreas inferiores a cinco hectares sem terem de dar conhecendo ou pedir
autorização ao ICNF, Vasco Campos foi claro ao responder que " o problema
da floresta portuguesa não tem a ver com as plantações, mas sim com a sua
gestão". Presidente de uma associação florestal responsável pela gestão de
12 Zonas de Intervenção Florestal (ZIF) na região Centro, Vasco Campos, disse,
todavia, estar expectante relativamente às novas plantações, nomeadamente a sua
articulação com os planos de gestão florestal das ZIF. Já o recente anúncio da
Ministra da Agricultura, sobre a eventual aplicação de coimas pela GNR aos
proprietários que não cumpram com a legislação em matéria de limpeza de
terrenos, mereceu a opinião favorável do presidente da CAULE que, antes de
"saber se é com esta medida que se vai resolver o problema", entende
que algo tem de ser feito para acabar com o " laxismo gritante" de
muitos proprietários que não cumprem com a limpeza dos 50 metros à volta das
habitações, e dos 100 metros, no caso dos aglomerados urbanos. " Não
estamos a falar de limpar a floresta como está o chão desta sala, o que não
podemos é continuar a ter mato encostado às persianas das casas" , fez
notar o dirigente florestal, defendendo " uma mão mais forte em relação a
isto". "Não sei se é a multa na hora, o que eu sei é que a legislação
hoje não é cumprida e as pessoas não são responsabilizadas", considerou,
propondo, uma vez que ainda não existe um cadastro da propriedade para
identificar os donos das terras, que sejam os proprietários a fazê-lo num
espaço temporal mais ou menos alargado, tal como sucede com os prédios urbanos.
Os deputados levantaram ainda a questão do dispositivo de prevenção,
nomeadamente o papel das equipas de sapadores florestais não apenas na
realização de trabalhos de silvicultura preventiva mas como força de primeira
intervenção na época crítica de incêndios, ao que Vasco Campos não deixou de
lamentar o desinvestimento verificado nos últimos anos nessas equipas. "Muitas
delas estão numa degradação, que eu não vejo nas corporações de bombeiros"
observou, pedindo um olhar mais atento para o trabalho destes
"soldados" que, apesar de trabalharem todo o ano na floresta, estão a
ser esquecidos e a prova disso, adiantou, é a diminuição dos apoios a estas
equipas e a "completa ausência de formação" nos últimos anos.
Publicado a 4 de fevereiro de 2014
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